Chevalier, ANTHONY

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Chevalier, ANTHONY

Mensagem por Anthony Chevalier em Qui Jan 29, 2015 3:00 pm



Anthony Chevalier Stark II
26 anos
Plebeus
--
Inquisidores
Sam Heughan
Vevê

Físico
Olhos dúbios, cabeleira ruiva e extensa, além do físico admirável poderiam garantir a Anthony uma caça às bruxas há apenas alguns séculos, sendo ele o  caçado, dessa vez. O homem é forte dado os anos trabalhando com o pai na propriedade da Escócia e ainda possui o sotaque puxado e grosseiro que só os escoceses conseguem entender completamente. Entretanto, puxou da mãe das madeixas ruivas e a delicadeza de alguns traços -- o queixo é do pai, vale lembrar, assim como os caridosos olhos azuis, apesar de Anthony não ser tão caridoso quanto aparenta. Alto, musculoso e portador de um sorriso desafiador a qualquer mulher que chegue perto dele, Detetive Chevalier, um Sassenachem terras inglesas, é, definitivamente, perigoso.
Personalidade
Indescritível à primeira vista, Anthony não é um homem muito complicado: desde que se tenha vinho, chopp, mulheres e charutos à sua volta, ele está no paraíso. O pai o deu mais do que uma educação rígida -- deu a paixão por mulheres de todos os tipos e ele não nega a sua herança, de jeito algum. Anthony consegue ser sedutor e um cafajeste ao mesmo tempo em que é doce, apesar de toda a pose que ele tem -- a mesma pose que ele não se importa em manter, também. Sarcástico, cínico e dissimulado demais para a sua própria segurança, Anthony se demonstra como um homem bem-humorado, na maior parte do tempo e tem lembranças felizes de sua infância e adolescência -- quem poderia esquecer de deflorar três virgens ao mesmo tempo? A Escócia era seu país preferido. A paixão pelo trabalho se demonstra quase tão ardilosa quanto a por mulheres e Anthony se esforça para ser o homem, ou pelo menos o policial, que seu pai esperava que ele fosse, sendo honrado quando em serviço, mas a sua natureza simplesmente não é das melhores. A ambição é um dos defeitos dignos de nota no Chevalier e ele não se importa com o que tenha que fazer, quais atrocidades tenha que cometer para que consiga galgar seu lugar de destaque na sociedade londrina. O homem também tem muito do falecido tio, se jogando em jogos de azar e em apostas que ele sabe que irá perder, mas que não consegue se segurar por tempo suficiente para se impedir. O detetive se demonstra, no entanto, como um bom amigo para quem merece e compreensivo, na maior parte das vezes -- quando não deixa sua língua correr solta e revelar um ou dois comentários sarcásticos.


historia
Aimée Chevalier era uma nobre francesa, de fortuna incomparável dentre seus iguais e uma personalidade tão afiada quanto endiabrada, dada a cor de seu cabelo e a explicação para ela, na época -- a cor do demônio, diziam. Sobreviveram à revolta do proletariado e mantiveram todo o seu dinheiro. O irmão de Aimée, no entanto, fora morto por escoceses selvagens que, muito provavelmente, queriam dinheiro dos Chevalier. A dama fora forçada a rumar para a Escócia, junto ao pai, mas não obtivera tanta sorte quanto o mais velho, que conseguira escapar logo. Fora presa como uma indigente em mais uma demonstração rústica do que os escoceses eram capazes e, pela primeira vez, entendeu porque os ingleses precisavam mantê-los calados e tementes ao reinado de Jorge III. Christian Stark MacKenzie era apenas mais um dos escoceses encarregados de prosseguir com o trato da francesa que os renderia dinheiro suficiente para pagarem um exército de mercenários e tirar os ingleses do país que pertencia aos escoceses. Quando a ruiva olhou-o pela primeira vez, no entanto, sabia que estava tudo acabado; ele, que acabara de ferrar tudo para seus compatriotas. Christian brincou com a garota, como um predador brincava com a comida antes de, enfim, abocanhá-la e o resultado não poderia ter sido diferente do obtido. Nove meses depois, Anthony nasceu.
O pai de Aimée recusou-se a receber a filha novamente em suas boas graças, alegando que ela manchara toda uma dinastia com o bruto sangue escocês que corria nas veias do garoto e não podia estar mais correto do que isso. O irmão mais velho da garota morrera tão logo ela e o pai foram sequestrados, e ela sentiu que devia homenageá-lo, de alguma forma. Não é preciso dizer que a primadonna não se adaptou à vida rude e sem mimos que MacKenzie a proporcionou. Christian, entretanto, manteve os dois próximos a si, fosse por medo de Aimée escapar e contar tudo a autoridades inglesas, fosse porque realmente se afeiçoara ao garoto e começara a sentir algo mais do que a luxúria que o fizera cometer o erro de ir para a cama com Aimée, para início de conversa.
Anthony cresceu em um ambiente tosco, mas isso não o impediu de aprender o que era realmente bom, nas palavras da mãe. Artes, história, os modos e etiqueta foram tópicos comuns nas conversas entre o garoto e a ruiva, que via no menino uma cópia do irmão que morrera. A semelhança com o pai, entretanto, era grande demais para a mulher desanuviá-la e, mesmo que tentasse o máximo possível, Anthony era ambicioso demais para continuar voando baixo e fora do radar, como Aimée gostaria.
Aos vinte anos, Anthony finalmente foi capaz de escapar das mãos do pai, vencendo um duelo entre espadas -- o homem envelhecera, afinal de contas. A revolução que os escoceses planejaram fracassara e, no final, a culpa havia sido do homem, por ter se envolvido com a refém. Anthony não seria tão burro assim. Saiu do vilarejo onde os pais moravam e respirou aliviado quando se viu longe da mira das mulheres com as quais ele dormira, nos anos de juventude. Londres era seu destino, e ele não descansou até conquistar a posição que merecia na delegacia de polícia do lugar. Era [obvio que ele merecia mais, mas era um começo auspicioso para o sassenach que era odiado e temido pelos becos da capital inglesa. Seis anos se passaram, desde que chegou à cidade, e Londres não poderia surpreendê-lo mais. Talvez fosse a hora de arrumar um emprego mais bem remunerado e que lhe conceberia maiores poderes, afinal, Anthony era louco por uma ou duas vantagens, fosse na mesa de poker, no xadrez, ou até mesmo na vida. Qualquer objeto, segredo ou pessoa que ele pudesse usar, ele usaria, não se importando com as consequências.
Ainda escrevia para os pais, mesmo que pouco, dada a falta de interesse do garoto neles e na vida comum que levavam na Escócia e, recentemente, recebera uma carta do dito avô, dizendo que ele o perdoaria pelos crimes da mãe, não podendo estar mais satisfeito consigo mesmo. A fortuna de Chevalier logo recairia em sua conta bancária e a vida em Londres estava mais fácil do que nunca. Anthony fora feito para ela, e não para pastar em uma fazenda de vila qualquer.








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Re: Chevalier, ANTHONY

Mensagem por Victoria em Qua Fev 04, 2015 2:00 pm



APROVADO!


BEM VINDO! Excelente ficha, aproveite o RPG e divirta-se!




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